Na Antena 1, Rita Tourinho revela reunião com equipe de Flávio José e negativa do cantor em acordo: “Não acatou nada”

O cantor Flávio José não aceitou acordos propostos em reunião com o Ministério Público da Bahia após a polêmica envolvendo o valor do contrato para os shows do forrozeiro durante o período junino em 2026 no estado.

Em entrevista, na Antena 1, a promotora Rita Tourinho, nesta terça-feira (9), revelou uma reunião com representantes do artista e pontuou que o veterano foi firme na decisão de não se apresentar na Bahia após a correção do cachê.

“Fizemos questão de nos reunirmos ontem com representantes dele, tentamos de todo jeito fazer algum tipo de diálogo, traçar algum tipo de conversação com ele, o próprio representante dele trazia sugestões para a mesa, nós acatávamos. Ele não acatou absolutamente nada, disse que não faz acordo absolutamente algum. Essa foi uma decisão dele.”

De acordo com a representante do MP-BA, a situação com Flávio José aconteceu com diversos outros artistas que tiveram seus cachês revisados seguindo um critério técnico.

“A variação do contrato dele passou de R$ 250 mil para R$ 350 mil. E aí as pessoas perguntam ‘E o cantor que está cobrando R$ 800 mil’. Nós partimos no P zero, que foi em 2025, nós não podemos dizer que o valor cobrado em 2025 por um artista A ou B é um valor equivocado, nós não estamos fazendo valoração de quanto vale o cantor. Estamos fazendo uma valoração do percentual de aumento que se precisa de justificativa. Nós não podíamos fazer de outra forma.”

Rita Tourinho ainda explicou a decisão de tornar públicos os valores das contratações, serviço que se tornou referência em todo o Brasil.

“Antes da pandemia a contratação de artistas ficava muito mais a cargo da iniciativa privada, principalmente pelos festejos juninos. O que percebemos, que a partir de 2022, 80% dessas contratações passam para o poder público, com utilização de recursos públicos. […] Nós temos que lembrar que são contratações feitas com recursos públicos.”

A promotora ainda assumiu que o critério utilizado para 2026 não foi o melhor, mas foi a única forma encontrada para conseguir regularizar a situação e evitar cachês caros para municípios que não têm condições de arcar com as contratações.

“Quando nós percebemos isso, chegamos em 2026 e falamos ‘Vamos botar o valor de 2025 e vamos fazer a atualização pelo IPCA’, como se fosse um reajuste. Esse foi o melhor critério? Talvez não, mas foi o melhor recurso que a gente tinha naquele momento. Falamos também da contratação de alta materialidade, essas contratações acima de R$ 700 mil (que representam 1,8% no número de contratações) têm que seguir esse parâmetro de majoração da média de 2025 pelo IPCA, porém, nós temos que ter uma atenção especial para a saúde financeira do município.”

Veja Mais

Appetite no humoured returned informed. Possession so comparison inquietude he he conviction no decisively.

Veja Mais

Appetite no humoured returned informed. Possession so comparison inquietude he he conviction no decisively.

Todos os direitos reservados@2025 fala ae Salvador